Desde que me lembro, sou corintiana, me perguntam sempre pq sou torcedora de um time de São Paulo já que sou paranaense, mas quando me tornei torcedora do timão, não tinha noção disso, pra mim Corínthians era universal.
Apesar de vir de uma família italiana, torcedores do Palmeiras, meu irmão se tornou corintiano e eu junto com ele.
Corínthians vai além de explicações, uma loucura, contra tudo e contra todos!
quinta-feira, 4 de novembro de 2010
quarta-feira, 4 de agosto de 2010
Nem sempre mãe tem razão
Quem me conhece hoje sabe muito bem da minha paixão por animais e, principalmente, pela minha filha mais nova, a Biduca. Mas nem sempre foi assim. Devido a alguns incidentes na minha infância, sempre tive um trauma muito grande de cachorros e outros animais também, não deveria ser assim, afinal venho de uma família que sempre teve animais. Meu avô criava carneiros, porcos, etc. Até tenho uma foto, provavelmente com uns 4 anos, no colo de meu avô totalmente desesperada porque estava perto de um suíno enorme, deveria ser uma menina acostumada com isso, mas acabei me tornando uma menina da cidade.
Depois de adulta continuei da mesma maneira, nunca chegava perto de um cachorro, não gostava e morria de medo. Quando via pessoas com cachorrinhos em lugares inusitados, sempre dizia: “Por que não deixou em casa?”, ou: “Lugar de animal é do lado de fora da casa” e outras frases do tipo.
O tempo foi passando e quando eu tinha 22 anos nasceu minha filha Elisa. Ela tinha medo também, provavelmente (com certeza) por culpa minha. As vezes ela via um filhotinho e fazia menção que ia fazer carinho no bichinho, nesse momento eu a fuzilava com um olhar que ela desistia na hora do carinho, mas ela sempre teve o desejo de ter um animalzinho. Tivemos duas tentativas frustradas: um gato e depois um cocker, os dois não deram certo. O gato pelo fato de eu já ter um pré-conceito e não saber lidar com o animal e o cocker, por falta de sensibilidade de imaginar que essa raça se adaptaria num apartamento pequeno, que nós morávamos na época. Se passaram muitos anos, eu já não tinha tanto preconceito a respeito dos animais, mas não chegava ao ponto de gostar deles. Então eis que um dia eu e minha filha
passando em frente a uma feira de filhotes resolvemos parar, eu disse: “Tudo bem mas só vamos olhar, SÓ OLHAR”. Olhamos, olhamos e, de repente, a Elisa viu a Biduca. Foi amor à primeira vista, ela pegou o rostinho dela virou pra mim e disse: “Olha mãe, que coisa mais lindinha”, confesso que fiquei encantada, resultado: adquirimos essa belezinha. Chegando em casa, deixei bem claro que jamais iria pegar ela no colo, agradar ou fazer essas coisas que sempre critiquei. Ela ficaria sempre na área de serviço e jamais, JAMAIS dormiria na cama. Nos dois meses seguintes, tenho que confessar, foram terríveis, não sabíamos como lidar com ela. O idiota que nos vendeu a Biduca, nos deu informações erradas a respeito de como educá-la e tivemos que aprender sozinhas. Mas o tempo foi passando e fomos nos adaptando a ela, e ela a nós, e fomos nos apaixonando.
Chegou o inverno e a Elisa queria trazer ela pra dormir na cama, mas como eu já havia dito que isso JAMAIS iria acontecer, depois que eu pegava no sono a Elisa levava a Biduca pra dormir com ela. Daí não tinha mais como voltar atrás.
Resumindo, hoje essa menininha tem 9 anos, nos fez ver muitas coisas e eu a amo tanto que nem posso imaginar ficar sem ela. A amo tanto que coloquei porta afora um técnico que veio arrumar minha lavadora, porque ele bateu nela. E sabe aquela história de JAMAIS dormir na cama? Pois é, hoje é na minha cama que ela dorme. Ela me fez ver as coisas de outra forma, me fez ver que podemos e devemos mudar de opinião, me fez ver que animais são, na maioria das vezes, muito melhores que humanos e também me fez ver que eu estava errada quando dizia que mãe sempre tem razão, em algumas ocasiões temos que ouvir nossos filhos.
Depois de adulta continuei da mesma maneira, nunca chegava perto de um cachorro, não gostava e morria de medo. Quando via pessoas com cachorrinhos em lugares inusitados, sempre dizia: “Por que não deixou em casa?”, ou: “Lugar de animal é do lado de fora da casa” e outras frases do tipo.
O tempo foi passando e quando eu tinha 22 anos nasceu minha filha Elisa. Ela tinha medo também, provavelmente (com certeza) por culpa minha. As vezes ela via um filhotinho e fazia menção que ia fazer carinho no bichinho, nesse momento eu a fuzilava com um olhar que ela desistia na hora do carinho, mas ela sempre teve o desejo de ter um animalzinho. Tivemos duas tentativas frustradas: um gato e depois um cocker, os dois não deram certo. O gato pelo fato de eu já ter um pré-conceito e não saber lidar com o animal e o cocker, por falta de sensibilidade de imaginar que essa raça se adaptaria num apartamento pequeno, que nós morávamos na época. Se passaram muitos anos, eu já não tinha tanto preconceito a respeito dos animais, mas não chegava ao ponto de gostar deles. Então eis que um dia eu e minha filha
passando em frente a uma feira de filhotes resolvemos parar, eu disse: “Tudo bem mas só vamos olhar, SÓ OLHAR”. Olhamos, olhamos e, de repente, a Elisa viu a Biduca. Foi amor à primeira vista, ela pegou o rostinho dela virou pra mim e disse: “Olha mãe, que coisa mais lindinha”, confesso que fiquei encantada, resultado: adquirimos essa belezinha. Chegando em casa, deixei bem claro que jamais iria pegar ela no colo, agradar ou fazer essas coisas que sempre critiquei. Ela ficaria sempre na área de serviço e jamais, JAMAIS dormiria na cama. Nos dois meses seguintes, tenho que confessar, foram terríveis, não sabíamos como lidar com ela. O idiota que nos vendeu a Biduca, nos deu informações erradas a respeito de como educá-la e tivemos que aprender sozinhas. Mas o tempo foi passando e fomos nos adaptando a ela, e ela a nós, e fomos nos apaixonando.
Chegou o inverno e a Elisa queria trazer ela pra dormir na cama, mas como eu já havia dito que isso JAMAIS iria acontecer, depois que eu pegava no sono a Elisa levava a Biduca pra dormir com ela. Daí não tinha mais como voltar atrás.
Resumindo, hoje essa menininha tem 9 anos, nos fez ver muitas coisas e eu a amo tanto que nem posso imaginar ficar sem ela. A amo tanto que coloquei porta afora um técnico que veio arrumar minha lavadora, porque ele bateu nela. E sabe aquela história de JAMAIS dormir na cama? Pois é, hoje é na minha cama que ela dorme. Ela me fez ver as coisas de outra forma, me fez ver que podemos e devemos mudar de opinião, me fez ver que animais são, na maioria das vezes, muito melhores que humanos e também me fez ver que eu estava errada quando dizia que mãe sempre tem razão, em algumas ocasiões temos que ouvir nossos filhos.
quarta-feira, 21 de julho de 2010
Sempre tive vontade de falar, entender e escrever em inglês, mas por diversos fatores fui deixando isso de lado.
Quando minha filha estava com 4 anos, comecei a ensiná-la a ler e escrever. Foi muito
lindo quando ela começou a juntar as letras e entender o que significavam, acho que uma das primeiras palavras que ela leu foi uma placa luminosa com a palavra FOTO, fiquei emocionada! Em seguida foram os quadrinhos da Mônica, liguei para minha mãe e coloquei ela no telefone lendo o gibi, ela não acreditou e disse que eu estava lendo pra ela repetir. Lembro de ela ter falado para meu avô que estava ao lado: "A Elisa
está lendo!" e ele não acreditou.
O tempo foi passando e ela tomou gosto pela leitura, que a acompanha até hoje. Mas eu pensava: isso é pouco ela precisa aprender inglês. Coloquei ela numa escola, mas para minha decepção ela estava achando muito chato. Mas depois eu percebi que não era porque ela não gostava do idioma, mas é que estava fácil demais. Nesta escola
não quiseram adiantá-la, então procurei outra onde ela fez um teste e já entrou num livro mais adiantado.
Resumindo, ela sempre foi muito bem ao ponto de já no final do curso, certa vez, fazer sua tarefa de casa dormindo, sim ela chegou na escola pensando que não havia feito os deveres de casa, mas estavam todos completos, chegamos à conclusão que havia feito dormindo, já que sempre foi sonâmbula.
Mas o ponto que gostaria de chegar com esse relato é que hoje estou estudando inglês. Como eu a ensinei e incentivei a ler e escrever, quem me incentivou a estudar inglês e quase fez a matrícula para mim foi ela. Tenho tanto a agradecer a ela, pois se não fosse por ela não teria começado a estudar inglês, mesmo depois de tanto tempo.
Quando minha filha estava com 4 anos, comecei a ensiná-la a ler e escrever. Foi muito
lindo quando ela começou a juntar as letras e entender o que significavam, acho que uma das primeiras palavras que ela leu foi uma placa luminosa com a palavra FOTO, fiquei emocionada! Em seguida foram os quadrinhos da Mônica, liguei para minha mãe e coloquei ela no telefone lendo o gibi, ela não acreditou e disse que eu estava lendo pra ela repetir. Lembro de ela ter falado para meu avô que estava ao lado: "A Elisa
está lendo!" e ele não acreditou.
O tempo foi passando e ela tomou gosto pela leitura, que a acompanha até hoje. Mas eu pensava: isso é pouco ela precisa aprender inglês. Coloquei ela numa escola, mas para minha decepção ela estava achando muito chato. Mas depois eu percebi que não era porque ela não gostava do idioma, mas é que estava fácil demais. Nesta escola
não quiseram adiantá-la, então procurei outra onde ela fez um teste e já entrou num livro mais adiantado.
Resumindo, ela sempre foi muito bem ao ponto de já no final do curso, certa vez, fazer sua tarefa de casa dormindo, sim ela chegou na escola pensando que não havia feito os deveres de casa, mas estavam todos completos, chegamos à conclusão que havia feito dormindo, já que sempre foi sonâmbula.
Mas o ponto que gostaria de chegar com esse relato é que hoje estou estudando inglês. Como eu a ensinei e incentivei a ler e escrever, quem me incentivou a estudar inglês e quase fez a matrícula para mim foi ela. Tenho tanto a agradecer a ela, pois se não fosse por ela não teria começado a estudar inglês, mesmo depois de tanto tempo.
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